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quinta-feira, 4 de agosto de 2011

SHOW BANDA CHRISTIANE F!!!!


Fala pessoal!!!
Com um significativo atraso escrevo sobre o show da Banda Christiane F que ocorreu no bar
Zeppelin, em POA.
Com uma presença boa de pessoas amigos, parentes e afins a banda apresentou um repertório
cover baseado no pop rock anos 80, 90 e 2000 basicamente, fugindo algumas vezes aos anos 60 e 70.

Como essa é a primeira e com certeza não a última apresentação da banda em POA com a formação atual, esperamos que se extenda para o interior do estado.

Algumas músicas executadas pela banda foram:



Crazy Little Thing Called Love   
By the Way                                  
Naive                                            
Learn to fly                       
Megalomaniac                             
Come Together                          
Use Somebody 
Pulsos
You oughta know
Pride (In the name of love)
Who knew
Grafitti
Somebody told me
...   




Gostariamos de agradecer a todos que se deslocaram de suas casas para nos assistir!!! Esperem que vai ter muito mais.

ABRAÇOS A TODOS QUE FORAM E CONVIDAMOS A TODOS PARA A PRÓXIMA!!!
JÁ COM A MÚSICA PRÓPRIA DA BANDA!!!















quinta-feira, 7 de julho de 2011

WORKSHOP E MASTERCLASS VIRGIL DONATI!!!

          Mês passado e início desse mês consegui realizar um dos meus sonhos como instrumentista. Ver de perto e poder aprender algumas coisas, das infinidades que um baterista do nivel de Virgil Donati pode transmitir. Através da escola Bateras Beat, da Loja virtual Bateras store, urban boards e outras empresas que patrocinam ele, muitos bateristas brasileiros tiveram a oportunidade de ver de perto o talento, técnica, velocidade, musicalidade desse grande artista.
          Além de ter assistido ao workshop em Novo Hamburgo, tive a oportunidade de fazer uma masterclass com ele, junto com outros colegas bateristas. Uma aula de empenho, dedicação, compenetração, organização na hora de estudar. Mostrou exercícios para fortalecimento de alguns aspectos que muitos de nós não praticam, e que é a base de muitas outras coisas.
          Mais que isso ver um ídolo de perto é uma sensação indescritível, e poder conversar com ele também, mesmo que por um pouco tempo.
          Agradeço a todos que colaboraram para que este evento acontecesse, pois em um país como o nosso aonde a música e a arte no geral é escanteada, precisamos de ações como essas.
          Não esquecendo os nossos músicos,  em especial bateristas, aproveito para dizer que a escola Bateras Beat realiza vários eventos com os nossos talentos, workshops, masterclasses, mantenham-se informados.
         Abraços a todos e muita música.

Link de um video que consegui, e abaixo as fotos:

https://www.facebook.com/video/video.php?v=140848979322862












terça-feira, 17 de maio de 2011

CD "AOS OLHOS DE QUEM VISITA" - ANINHA PIRES


Hoje finalmente chegou a mim o cd  “AOS OLHOS DE QUEM VISITA “ da minha amiga, se assim posso dizer, ANINHA PIRES. O incontestável  talento dela eu já conhecia através das músicas que ouvi na internet, porém o conteúdo do seu primeiro cd impressionou, pois nele não se escuta apenas músicas, e sim o amor de quem colocou tudo de bom que tinha no seu maior sonho. Com uma voz suave, delicada e imponente quando deve ser, o cd  nos faz retratar mentalmente imagens das lidas de campo,  situações caracteristicas da nossa terra. Arranjos complexos caprichosamente colocados em cada música, o cuidado nos detalhes tornam o cd ainda mais rico. Obviamente um trabalho que não é só dela, por isso parabenizo toda a equipe técnica, músicos, familiares e a todos os envolvidos direta ou indiretamente. A única palavra que pode resumir tudo isso é certamente uma das palavras que mais escuto nos últimos tempos e que não só retrata ela, mas todo o trabalho. LINDO!!! Aninha  PARABÉNS, espero e sei que esse não vai ser o ultimo e sim o primeiro de muitos!!! Continue assim, fazendo o que gosta com muito amor e carinho, que nós fãns e amigos estaremos  sempre aqui,
Beijos  e abraços a todos do amigo de longe

Heitor "JOSÉ" Fagundes.

ABAIXO SEGUE A PROVA, HEHEE!!!








segunda-feira, 2 de maio de 2011

Um pouco mais de mim!!!

Além de tocar bateria com as bandas Infusão e Christiane F, a um outro papel que tenho junto as bandas. O papel de composição e arranjo das músicas. Com  a banda Infusão, por ser uma banda de músicas próprias basicamente esse trabalho é maior. Na banda Infusão tenho 3 letras minhas em parceria com a banda, são elas SEMPRE AQUI, SE EU NÂO TIVESSE VOCÊ e KILLLING THE SOUND.
A banda Christiane F irá começar o processo de composição de música própria em breve.
As músicas acima citadas serão apresentadas abaixo.

VALEU PESSOAL!!!!

Sempre Aqui

Infusão

Nem tudo na vida é como a gente quer,
A ingratidão cruel de uma mulher
Que não te dá o valor necessário, nem te trata como otário.

Que te deseja mas não te quer perto...
Com o medo do incerto...

Menina linda, o que fazer para te ter?
Sei que não basta só te querer,
Te Cuidar é meu dever,
Te Amar é um Prazer.

E se já diz você chorar, pode ser...
Mas não estou dizendo que não havia nada errado...
Só não achei que você se cansaria de mim....

Mesmo sentado na calçada, à espera de um milagre...
No fim é você quem vai correr atrás de mim.

Menina linda, o que fazer para te ter?
Sei que não basta só te querer,
Te Cuidar é meu dever,
Te Amar é um Prazer... Te Amar é um Prazer.

Menina linda, o que fazer para te ter?
Sei que não basta só te querer,
Cuidar é meu dever,
Te Amar é um Prazer...

Menina linda, o que fazer para te ter?
Sei que não basta só te querer,
Cuidar é meu dever,
Te Amar é um Prazer... Te Amar é um Prazer...
Te Amar é um Prazer.

 

 

Se Eu Não Tivesse Você

Infusão

Eu não sei o que iria acontecer, sem ter Você do meu lado,
Pra me dizer como iria ser
Se eu não tivesse Você... Se eu não tivesse Você...

Nada é igual... Nada é tão Natural...
Mais Especial que te ter...
Pra te dizer que eu não posso te perder porque...

Eu não sei o que iria acontecer, sem ter Você do meu lado,
Pra me dizer como iria ser
Se eu não tivesse Você... Se eu não tivesse Você...

Eu não sei o que iria acontecer, sem ter Você do meu lado,
Pra me dizer como iria ser
Se eu não tivesse Você... Se eu não tivesse Você...

Tudo é Ideal, Nada é banal...
Nem imoral em te ter.
E poder te dizer o quanto eu Te Quero

Não espero... E não vou te perder...

KILLING THE SOUND

WE CAN'T GO FURTHER IN A PLACE LIKE THIS WE CAN'T WATCH PEOPLE LIVING LIKE THAT WE NEED TO FIGHT AGAINST BAD DREAMS AND THEN BECOME HUMAN BEINGS NOTHING WILL PUT US DOWN TO KISS THE GROUND TO FEEL THE PAIN THAT KILLS THE SOUND THE GOVERNMENT CLOSE THEIR EYES AND THE NATION PAY THE PRICE THEY DON'T WANT TO KNOW THE TRUTH JUST LEAVE THE DRUGS KILL THE YOUTH WHY DO WE HAVE TO CARRY THE CROSS? IF WE CAN CARRY OUR VOICE TO SHOW THE RIGHT WAY FOR THOSE WHO PAID FOR WHAT WE DIDN'T SAY!!

segunda-feira, 18 de abril de 2011

ANINHA PIRES - Dia 6 de Maio - 20Hrs - em Rio Grande

    
          Conheci a Aninha Pires através do Facebook, e depois conheci o trabalho dela, que é muito bom. E agora ela estará lançando o cd dela, mais do que merecido, para coroar esse trabalho bonito que ela e sua banda fazem. O mínimo que podemos fazer é prestigiar esse lançamento.
          Aninha Sorte com tudo!!!! E muita música!!!!

Abaixo segue uma amostra do trabalho!!!



BLOG DA ANINHA:

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Um Pouco da História!!!

A música começa na vida de todos antes mesmo de vir ao mundo, no meu caso não foi diferente. A introdução a boa música me foi passada por meus pais. Paixão pela música desde pequeno, comecei as aulas de piano aos 12 anos de idade. Durante 3 anos tive aulas com a a professora Flávia, excelente, infelizmente nos deixou a alguns anos atrás. Fazia misérias com o seu piano, acompanhado de seu esposo que à acompanhava cantando. Fase muito importante da minha vida, foi mudada por mim mesmo no momento em que percebi de que o que realmente me deixava mais empolgado era ouvir uma banda , que para mim era nova. Só sabia que tocavam a música do MacGyver e do Jornal do almoço ( Jornal regional). Apresentado a mim pela minha irmã Louise, começava ali a história de mais um fã do Rush. Aquele baterista era um desgraçado, pensei é isso que quero fazer.
Demorou um pouco, precisei de alguns anos para começar a estudar, mas no meio tempo tocava no sofá, com agulha de tricot da mãe. Depois tive os primeiros contatos com bateria através de um grande amigo, Mário Gomes, que me ajudou bastante no início, me lembro até hoje que queria tocar uma música da banda Pearl Jam, além de baterista um grande poeta, agora posso dizer muito obrigado!!!!. Um tempo depois disso Minha Mãe me disse: " Filho, a gente tem um violão aqui em casa (Podre e todo quebrado) não quer aprender a tocar violão? eu disse sim. Fui na escola e me escrevi nas aulas de Bateria, não tinha mais volta. Aos 18 anos de idade, começava meus estudos de bateria com o professor Moises. Estudei durante 2 anos e meio com os bateristas Flávio teixeira e Lito Ferreira. Aos 20 anos fui morar nos Estados Unidos. Aos 22 anos volteie continuei a estudar por conta.  Nos meados de 2002 comecei a tocar com a Banda MACUMBA, que veio alguns anos depois a se chamar INFUSÃO. 2003 comecei a faculdade de Odontologia, mas mantive sempre com a musica e com a banda. Me formei em 2007, e fui trabalhar, e sempre, sempre tocando. No inicio de 2010 comecei a tocar com a Banda Christiane F. Agosto de 2010, voltei a fazer aulas de bateria, para aprimorar tudo que poderia, dessa vez com o Professor LUKE FARO, muito bom também, me aguenta até hoje, hehehe!!! Durante esses 13 anos no qual toco, tive muitas influências, algumas das mais importantes estão citadas no meu blog. Obrigado a todos que me apoiam, me apoiaram e me apoirão, em especial aos colegas de banda, Manoel Rodrigues, Lucas Ogliari, Rui Fernando, Lucas Barata, Maurício Viegas, Christiane Ferreira. Não esquecendo também da familia, aos mestres que tive e ao Luke Faro, que é o mestre que está comigo agora. Grande Abraço a todos.

AGRADECIMENTO A MARIANITA ORTAÇA, MINHA AMIGA VIRTUAL, QUE CITOU O MEU BLOG NO BLOG DELA, HEHE (FICOU FEIO ISSO, HEHE). AGRADEÇO A ELA E RETRIBUO A GENTILEZA. SEGUE ABAIXO O LINK DO BLOG DELA. BJS.

http://marianitaortaca.blogspot.com/

domingo, 24 de janeiro de 2010

Projeto Jangadão!!!

O projeto Jangadão, é um projeto novo, instrumental e que mistura todos os tipos de música, não tendo obrigação de seguir uma formula de composição. O projeto está em fase de composição das músicas e ensaios. Em breve teremos um material para amostra.
Fiquem atento!!!
Grande abraço!!!!
Formada no ano de 2006, a Banda Infusão,
que foi chamada de Banda Macumba(2002-2005), iniciou suas atividades com a proposta de unir o peso do Rock Pesado com diversos Ritmos Nacionais  e Regionais Brasileiros.
Buscando sua identidade no equilíbrio entre o Rock Pesado, com influências que vão de Rush, Rage Against The Machine, Dream Theater, Audioslave, Megadeth, com Ritmos Nacionais e Regionais Brasileiros como Nação Zumbi, Tom Zé, O Rappa, Zeca Baleiro e Bataclã FC, a Banda aprendeu a própria maneira de mesclar o peso do Rock com a pluralidade da Música Brasileira.
Durante o percurso de sua carreira, além de participar de diversos festivais na Grande Porto Alegre, a Banda Infusão também participou do Fórum Social Mundial 2005, fez apresentações no Programa Radar(TVE/RS), shows no Bar Opinião, CIA de Arte, Teatro do Museu do Trabalho, Rock Solidário(Viamão/RS), entre outros.
As composições da Banda têm tom ácido diante de temas históricos, cotidianos e contemporâneos, mostrando a preocupação com a sociedade, deixando claro que é viável retratar culturalmente a nossa realidade. Com composições que lembram um pouco do Movimento Tropicalista com o Pop atual, em pegadas clássicas do rock, a Banda pretende com o Cd "Introfusão"(Produção Musical de Guilherme do Espírito Santo e Banda Infusão) mostrar  todas as nuances que fazem parte de sua formação, assim divulgando seu Trabalho.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

EQUIPAMENTO HEITOR FAGUNDES: 
ADAH CLASSIC WOOD
SET:


Tons: 8x7, 10x8 e 12x9
 

Surdo: 14x12 e 16x14
 

Bumbos:  2 bumbos de 22x18
 

Caixa: 14x6,5" - RMV

Peles Remo Clear Emperor (Batedor)
          Remo Clear Diplomat (Resposta)

Ferragens ADAH HPro

Kit Acústico:

Tons:10x8 e 12x9
 

Surdo: 14x12
 

Bumbos:  Bumbo de 22x18
 

Caixa: 14x6,5" - RMV

Peles Remo Clear Emperor (Batedor)

          Remo Clear Diplomat (Resposta)


Ferragens ADAH HPro

Pedal Simples TAMA IRON COBRA

Pedal Duplo TAMA IRON COBRA







Baquetas:

C. Ibanez - LUKE FARO SIGNATURE


 

SET de PRATOS:


Hi - hat: Zildjian New Beat


Ride: Zildjian Ping Ride


2 Crash 16" - Zildjian série A e Avedis;


Crash 18" - Sabian AAXplosion;


Splash 08" -Zildjian  Avedis


Splash 10" - Zildjian Série K


China 18" - Zildjian Oriental 




*Obs.: Heitor Fagundes não é endorser de nenhuma marca aqui apresentada!! (Mas se quiserem não tem problema)

História

O conjunto de instrumentos é geralmente usado nos estilos musicais jazz, hip-hop, rock e pop entre outros, tendo sido componente essencial da música contemporânea desde os década de 20 até ao surgimento da percussão eletrônica, quando se deu o aparecimento das primeiras baterias eletrônicas.
No começo dos anos 1900, bandas e orquestras tinham de dois a três percussionistas cada. Um tocava o bumbo, outro tocava a caixa e o outro tocava os blocos de madeira e fazia os efeitos sonoros. O desenvolvimento do pedal possibilitou que uma mesma pessoa executasse todas estas funções.
O primeiro pedal prático foi inventado em 1910.[carece de fontes?] William F. Ludwig, que criou o primeiro modelo de madeira e logo depois, com o aumento da procura, passou a desenvolver junto com seu cunhado, Robert Danly, o modelo do pedal em aço que foi vendido para milhares de bateristas e serviu de base para criação dos modelos mais avançados que temos hoje.
Outra invenção aparentemente simples que possibilitou o surgimento da bateria foi a estante para caixa, que antes os bateristas usavam cadeiras para apóia-las ou dependurava nos ombros com uso de correias.
Uma vez que pedais e suportes para caixas práticos se tornaram disponíveis, um único baterista poderia executar o trabalho antes feito por três. E assim nasceu a bateria – ou trap set, como foi chamada inicialmente.
Nos anos 80, alguns fabricantes, tais como Simmons, Yamaha, Roland entre outros, criaram baterias eletrônicas que, além de sons pré-gravados, podiam também funcionar como samplers, gravando sons que depois são executados sempre que o instrumento é percutido.
Hoje, em evolução constante, a bateria recebe cada vez mais atenção de fábricas e engenheiros, que pesquisam junto aos bateristas para desenvolver o melhor modelo de cascos, baquetas, ferragens e pratos. As inúmeras fábricas crescem a cada dia no mundo e no Brasil e nós como admiradores desse instrumento devemos estar atualizados com essa evolução, buscando a cada dia conhecer mais o instrumento. Entre as marcas que fizeram história no Brasil incluem-se a Pingüim e a Gope (anos 60 e 70) e a Odery que hoje é considerada uma das melhores baterias no mundo, tendo seu início como uma Handmade (feita a mão). Com o surgimento de novas tecnologias e a importação de ferragens e acessórios, novas fábricas na década de 1980 começam a fabricar somente os cascos em cedro, marfim e bapeva utilizando-se de ferragens americanas como a Luthier, RMV e Fischer. Incluem-se várias firmas de acessórios como a Ziltannam e a Octagon (pratos), Ibanez e a Liverpool (baquetas), RMV, a Remo e Luen (peles sintéticas), Rock Bag (cases e bags).

Constituição

Não existe um padrão exato sobre como deve ser montado o conjunto dos elementos de uma bateria, sendo que, o estilo musical é por muitos indicado como uma das maiores influências perante o baterista no que respeita à disposição dos elementos, sendo que, a preferência pessoal do músico ou as suas condições financeiras ou logísticas;

[editar] Pratos

  • Um chimbau (par de pratos de choque em Portugal, ou hi-hat, em inglês), acionados por meio de um pedal;
  • Um prato de condução (também conhecido pela designação em inglês ride ou swish), apoiado num suporte geralmente em forma de tripé;
  • Um ou mais pratos de ataque (os três tipos mais usados, com a designação em inglês: crash, splash e china), apoiados em suportes idênticos aos do prato de condução, colocados ao lado dos outros elementos.
A adição de tom-tons, vários pratos, pandeirolas, gongos, blocos de madeira, canecas, almofadas (pads) eletrônicas devidamente ligadas a samplers, ou qualquer outro acessório de percussão (ou não) podem também fazer parte de algumas baterias, de forma a serem produzidos diversos sons que se encontrem mais de acordo com o gosto pessoal dos músicos.
Alguns bateristas, tais como Neil Peart ou Terry Bozzio, elaboraram conjuntos de bateria fora do normal, utilizando-se de diversos elementos, tais como rototós, bidões, gongos ou tom-tons afinados em correspondência com notas musicais, possibilitando ao baterista, para além da execussão rítmica, contribuir melodicamente para a música. A década de 80 foi prolífica no surgimento destes conjuntos fora do normal, apreciados pelos amantes da bateria, um pouco por todo o mundo.

Materiais de construção

De uma forma geral, os tambores das baterias são construídas em madeiras seleccionadas, podendo também encontrar-se elementos construídos à base de plásticos, metais e/ou outras ligas.
Diversos fabricantes têm efectuado diversas experiências de forma a obter os melhores sons a partir da madeira, tendo concluído que o mogno, a bétula e o plátano produzem as madeiras mais aceitas para a construção destes instrumentos. Já em relação às tarolas (caixas), as ligas metálicas baseadas em aço, latão ou cobre são as preferências dos modelos de entrada de gama, embora os modelos fabricados em madeira de bétula e plátano tenham melhor aceitação nos modelos de topo de gama.
No Brasil, apesar de um certo atraso em relação aos produtos americanos e europeus, desde a década de 60 há indícios da fabricação de baterias pré-montáveis. Originalmente usava-se o Cedro como material para a produção de cascos e casualmente o Marfim. Hoje a indústria brasileira já inova neste conceito utilizando madeiras certificadas como a Bapeva que é uma madeira com o dobro de densidade do Maple americano (o mais utilizado para a produção de cascos de bateria), ou seja, mais dura e mais resistente.

Postura do músico

O baterista toca no instrumento sentado sobre um banco, de forma a manter a caixa entre as pernas que deverão ficar por isso ligeiramente abertas. No caso de bateristas destros, o pé esquerdo assentará sobre o pedal do chimbal e o direito sobre o do bumbo, sendo que, muitos bateristas canhotos adoptam uma postura simétrica a esta.
Alguns bateristas usam um segundo bumbo, ou um pedal duplo, percutido através do pé que geralmente acciona o chimbal, sendo necessário o uso de algumas técnicas adicionais, de forma a conseguir manter a coordenação entre os diferentes ritmos musicais que a música eventualmente possa exigir.


Fonte: Wikipédia

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